segunda-feira, 6 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Conferência Internacional - Employability & Enterpreneurship
Universidade Católica Portuguesa, Porto
- 2 de julho de 2009
Coffee Break - manhã | tarde
Com Música ...
- 2 de julho de 2009
Coffee Break - manhã | tarde
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| De Filmes |
terça-feira, 30 de junho de 2009
Água Voss

Originária de uma fonte artesiana, captada num aquífero longe de qualquer forma de poluição, em plena natureza selvagem do sul da Noruega - a Voss é a água natural mais pura do mundo. Não é filtrada e contém apenas um total de 22 mg de sólidos dissolvidos. A Voss é altamente recomendada pelos entusiastas de vinhos para complementar vinhos requintados, por ser tão pura. A sua garrafa original cria uma apresentação sofisticada e elegante.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Como degustar o Whisky.

Copo
A chamada "copita" utilizada para o vinho "Sherry" (Vinho de Jerez) é o ideal (15mm cheio).
Os copos "túlipa" como o da foto ao lado ou "Porto tipo Siza" tambem são adequados. É fundamental que fechem no bocal e que não sejam demasiado grandes ou pequenos.
Não recomendamos o chamado "tumbler" ou copo de paredes direitas, em que os aromas não se fixam no bocal. O chamado "balão" também utilizado nas Aguardentes é o que muitos entenderâo como o copo certo. Errado! O balão para além da quantidade demasiada de Whisky que estimula o aquecimento com a palma da mão. O que vai volatilizar desde logo o alcool, escondendo assim os aromas.
ÁGUA
Um pouco de agua permite simultâneamente suavizar o álcool e evidenciar alguns aromas, "abrindo o whisky". De outra forma o contacto imediato com o produto pode insensibilizar o nariz, inviabilizando a prova. E alguns desses aromas, os chamados aldeídos apenas são activados pela água.
A quantidade de agua a adicionar deve ser:
- maior nos Whiskies com maior graduação
- menor nos Whiskies mais velhos, pois a própria maturação naturalmente os suaviza.
A agua deve ser sem gás, macia e servida à temperatura ambiente. A agua fria "fecha" os aromas, muito menos adicionar gelo (nos Whiskies de Malte). Evitar agua da torneira.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Adega Velha

Produzir uma grande aguardente como a Adega Velha, requer tempo, mas não só. É necessário muito mais. Para começar, as uvas de elevada qualidade são cuidadosamente seleccionadas nas vinhas da Quinta da Aveleda. O resultado é um vinho leve, equilibrado na acidez e na graduação alcoólica. O vinho é posteriormente submetido a lentas e cuidadas destilações em alambique Charentais, trazido especialmente da Região de Cognac, em França. A magnífica cor âmbar e a riqueza do bouquet, resultam de um longo repouso em cascos de carvalho da região de Limousin, famosos pelas características únicas da sua madeira. É a mestria dos adegueiros da Quinta, homens de intuição e memória prodigiosa, que compõe a Adega Velha como uma verdadeira obra prima. O toque final é dado pela Mãe Natureza... na penumbra da Adega Velha, o imponente edifício de granito no centro da Quinta, onde os barris repousam, os pequenos aracnídeos são os mais fiéis aliados do adegueiro. Melhor do que ninguém, ele sabe que deste modo nenhum insecto indesejável vai alojar-se na velha madeira dos cascos e assim perturbar o profundo repouso de 12 anos da preciosa aguardente.
Recomendações: Considerada a melhor Aguardente de Portugal, é ideal para servir como digestivo. Deve ser servida a uma temperatura entre os 22 e 25 º C
Caves da Murganheira

O que mais impressiona na Murganheira, são as lendárias caves escavadas a mão no granito azul, únicas no mundo. Os corredores se sucedem dentro da montanha e alguns ficam a 85 metros de profundidade - quase a altura de um prédio de 30 andares, abaixo da superfície. Como tudo foi feito pela mão do homem, as paredes são irregulares, seguindo os contornos da pedra. A temperatura mantém-se a mesma o ano inteiro, 12,3º C. Neste ambiente naturalmente perfeito repousam 2,5 milhões de garrafas. Os espumantes Murganheira estagiam nas caves pelo menos dois anos antes de vir ao mercado.
terça-feira, 16 de junho de 2009
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